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Pedro de Oliveira domina, mas não leva estréia da Mazda MX5 Cup!!!



A VORC Series fez a estréia da Mazda MX5 Cup para a Temporada 4 de 2018, Summit Point foi a pista escolhida para a estréia da temporada, que mesmo numa sexta feira pós feriado, rendeu 25 carros de 32 inscritos para a temporada.

Qualifying
Pedro de Oliveira (BSP Racing) cravou a pole em uma bela volta ao fazer 1:12,658, seguido de Jonatan Brochier (Chrome Racing) que vem em crescente na liga, John Martins (CTE Racing HVM) e Cadu Maciel (Scuderia TechForce) fecharam a segunda fila, onde os 9 primeiros colocados andaram dentro do mesmo segundo.


Bateria 1
A corrida começou movimentada, com Rodrigo Zanga (Minardi Team HVM) pulando para a ponta logo na largada, John Martins ainda pulou para segundo, enquanto Pedro de Oliveira caia para terceiro.
As estratégias começaram logo na largada, com Emerson Czerkawsky (HVM Racing Team) e Cadu Maciel indo para a parada obrigatória logo na primeira volta, Na quarta volta Pedro de Oliveira conseguiu retomar a ponta da prova. E foi assim até a volta 21 quando fez sua parada, com o Peruano Tito Tomey assumindo a ponta já que veio em estratégia de não parar, mas perdendo a posição na volta 24.
Na parte de baixo do grid, as posições se embaralhavam, já que as estratégias de parada ou não parada faziam os pilotos subirem no Grid.
Ao final da primeira bateria, Pedro de Oliveira venceu, mas acabou perdendo a vitória ao não enviar o LOG conforme o regulamento manda, com isso o Peruano Tito Tomey venceu a bateria, se tornando o quarto estrangeiro a vencer uma corrida na liga, Emerson Czerkawsky em uma corrida surreal, acabou sendo o segundo colocado e Kleber Neto conquistou seu primeiro pódio na liga.


Punições e protestos
K.Neto > R.Sanchez – N3, +20s +2 pontos na carteira – Toque fazendo adversário rodar.
J.Brochier > C.Maciel – verificado como lance de corrida
J.Brochier > P.de Oliveira – verificado como lance de corrida

Bateria 2
O inicio da prova já começou tumultuado com um Big One envolvendo pelo menos 8 carros.
Felipe Granado (CTE Racing HVM) assumia  a ponta da prova, mas durando por pouco tempo, perdendo para Vinicius Loyola (BMRS Motorsports)
No meio do grid acidentes e confusões aconteciam para todos os lados com as posições mudando constantemente, Pedro de Oliveira conseguiu assumir a ponta da corrida na quarta volta, de onde não saiu mais na liderança.
Cadu Maciel vinha em franca recuperação de onde chegou a andar em nono e assumiu a segunda posição na vigésima volta.
Ao final de 26 voltas Pedro de Oliveira venceria a etapa, mas novamente perdendo a etapa por uma falha de seu LOG do Data Aquisition, com isso Cadu Maciel venceu a etapa de Summit Point em sua segunda bateria, com Felipe Granado passando em segundo e Jesus Neto (BSP Racing) fechando o pódio da bateria final.



Punições e protestos
Direção > C.Maciel - N1, +10s +1 ponto na carteira - uso de farol para reclamação.

Campeonato de Pilotos:
Após as desclassificações de Pedro de Oliveira, Cadu Maciel assumiu a ponta com 38 pontos, com Tito Tomey seguindo na vice liderança com 35 pontos, Emerson Czerkawsky aparece com o terceiro posto ao somar 29 pontos.


Campeonato de Equipes:
A Scuderia TechForce lidera com 41 pontos, enquanto a Mobo Owl Racing já aparece em segundo com 35 pontos somados, e a HVM Racing Team em terceiro com 29 pontos somados.


Próxima etapa
A segunda etapa acontecerá no circuito de New Jersey Motorsports Park, o circuito americano é conhecido pelo peculiar fato de ter dois traçados distintos que podem abrigar corridas simultâneas, o usado na Mazda MX5 Cup será o Thunderbolt, circuito mais longe e o mais utilizado.




Vt da Etapa.


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Sobreviventes do caos em Long Beach.



Em etapa de sobrevivência em pleno feriadão, A Indycar Series entrou em atividades para a sua T4 com 17 carros no circuito de rua de Long Beach. Com bastante amarelas e acidentes o final foi surpreendente e disputado

Qualifying
Diego Said vinha como um dos mais rápidos da pista, com o piloto da Black Wings RT fazendo a pole com 1:06,704, seguido do rookie Arthur Targa da BSP Racing, o argentino Tonga Guardia agora correndo pela HVM Racing Team abriu a segunda fila, seguido de Ernesto Brock, correndo pela co-irmã CTE Racing HVM.


Corrida
A corrida teve inicio com largada de segurança em virtude do ultimo hairpin ser uma complicação para  a largada em fila dupla, com isso Diego Said seguiu na ponta na largada, mas logo na metade da volta um acidente entre Paulo Rodrigues e Thiago Luiz causou a primeira amarela da corrida.
Na segunda parte Diego Said seguiu líder da corrida até a volta 15 quando Tonga Guardia aproveitou para assumir a ponta da prova, mas logo na sequencia perdendo ao ir aos boxes em uma amarela, Ernesto brock ainda liderou a prova por duas voltas.
Outro destaque vinha sendo Leonardo Lopes que em seu retorno ao automobilismo virtual, vinha fazendo uma corrida tímida, mas sempre entre os 10 primeiros.
Os acidentes iam acontecendo e na 30ª volta da corrida apenas 6 carros seguiam na pista, sendo pela ordem, Guardia – Said – Lopes – Targa – Brock – Spindola.
Na parte final da prova, apenas quatro carros continuavam na prova após na ultima amarela Givaldo Spindola abandonar, a relargada na parte final foi emocionante com Tonga Guardia tendo de fazer um pit stop na ultima volta para repor o aerofólio dianteiro conforme o regulamento.
Diego Said venceu na pista com meio segundo de vantagem para Targa, e Brock fechando em terceiro.
Ao final da prova uma analise da direção de provas sobre o respeito da linha vermelha da curva 1 Diego Said acabou perdendo a vitória para Ernesto Brock da CTE Racing HVM, Tonga Guardia pulou para segundo com Said em terceiro fechando o pódio da etapa.


Punições e Protestos:
Corte de linha curva 1: (excedentes de 3 permitidos)
Martin Rossi - 1x = 5s
Arthur Targa - 7x = 35s
Leonardo Lopes - 2x = 10s
Diego Said -2x = 10s
Tonga Guardia - 1x = 5s

Corte saida de boxes:
Paulo Rodrigues - 1x = 10s N1 +1pts na carteira
Regis Brites - 4x = 40s N1 +4pts na carteira
Givaldo Spindola - 2x N1 +2 pts na carteira

Carteira:


Punições para a próxima etapa:

Thiago Luiz +1 posição
Regis Brites +4 posições
Givaldo Spindola +2 posições

Campeonato de Pilotos:
Ernesto Brock começa o campeonato como líder, fazendo 25 pontos, contra 20 de Tonga Guardia e Diego Said fazendo 16 pontos.


Campeonato de Equipes:
CTE Racing HVM assume a ponta com 25 pontos, a HVM Racing fez 20 e a Black Wings RT começa o campeonato com 16 pontos feitos por Said.


Próxima etapa:
O Autodromo construído em 2006 abrigará a segunda etapa do campeonato, sendo um oval curto, será a primeira vez que os pilotos usaram o Kit de Short Oval com os Dallara IR18 na categoria.
A etapa será realizada no dia 29/12 as 21:30h e terá transmissão ao vivo pela XtremeTv
Vt da Etapa


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Emoção, altos e baixos nos protótipos e título suado nos GTs


A sexta feira do dia 09 de novembro trouxe a final da IMSA Series na VORC. Com o título da classe protótipo já definido os holofotes focavam em João Hebert (MTech), John Martins (CTE) e Alisson Borges (MTech) na classe GT, que batalhavam ferrenhamente pelo título.

Nos protótipos, porém, ainda tinha a briga do vice-campeonato em aberto. E dos três postulantes à posição, Ricardo Prediger (Schnell) saiu em vantagem, largando na primeira fila ao lado do pole position Felipe Lima (MS2). Atrás de Prediger vinha seu parceiro de equipe, Werner Marote (Schnell), seguido de Daniel Gomes (Chrome), outro postulante ao vice, mesmo que com chances mais remotas devido a combinação matemática necessária para o piloto. Emerson Czerkawsky (HVM) fechou os cinco primeiros.


Nos GTs Cadu Maciel (TechForce) garantiu a pole, seguido do primeiro dos concorrentes ao título, John Martins. Logo atrás de John vinha outro candidato, Alisson Borges, seguido de Ernesto Brock (CTE) e Edgar Horst Junior (MTech).



A largada foi tranquila, com algumas rodadas individuais apenas por parte de alguns protótipos. Czerkawsky rodou, mas rapidamente se recolocou e ainda voltou à frente dos GTs, não perdendo tanto tempo em relação a sua classe. Mais à frente um pouco, uma disputa de quatro carros, envolvendo Cyro Santana (4EverBR), Lino Palladino (CTR) e os dois protagonistas da disputa do título e que tiveram que largar do fim do pelotão, Bruno Miranda (BMRS) e Fabricio Matheussi (RM), terminou com uma rodada de Cyro após ele e Palladino escaparem da pista. Todos seguiram sem danos.
João Hebert era outro dos protagonistas que também largou atrás em sua classe. O piloto já tentava ganhar posições para que ainda pudesse sonhar com o título. Enquanto isso seu parceiro de equipe, Alisson, ultrapassava Cadu e partia para a disputa direta com John.


Prediger roda sozinho na segunda e volta em sexto, entrando numa disputa tripla com Bruno e Matheussi. Uma briga de “cachorro grande” se formava.
Alisson se aproveita do tempo perdido com uma disputa com um protótipo e passa por John, assumindo a ponta da categoria e da disputa pelo título.
Prediger, Matheussi e Bruno chegam em Dani Gomes e Werner, a disputa fica acirrada entre o grupo de 5 pilotos, mas Matheussi sai na vantagem, com Prediger em terceiro e Bruno Miranda tendo rodado durante a disputa. Marote e Daniel continuam em suas corridas após tudo.
A corrida era marcada por vários erros individuais. Graças às grandes áreas de escape da pista os pilotos rodavam, escapavam, mas voltavam sem danos na grande maioria das vezes. Vários foram vítimas, como Marco de Andrade (MTech), John Martins e muitos outros. Alisson Borges cometeu um erro sozinho na entrada dos boxes, acertando o muro.
Após a primeira rodada de paradas e alguns pilotos tendo que parar mais de uma vez, Matheussi assume a ponta (após rodada de Prediger quando era ponteiro). O piloto da Schnell ainda mantinha a segunda posição, seguido não muito de perto por Werner, Dani Gomes e Czerkawsky. Já nos GTs a liderança era de John, seguido de seu concorrente Alisson, Cadu, Edgar e Brock.
Próximo da metade da etapa Prediger parte pra cima e tira grande diferença de Matheussi e, para sorte do piloto, Fabricio cai do servidor, deixando de bandeja a liderança para ele, com mais de 1 minuto de vantagem para o segundo colocado, seu parceiro de equipe, Werner Marote. Essa grande vantagem permitiu Prediger rodar e ainda voltar a mais de 45 segundos de vantagem.
Ao chegar a metade da etapa, os GTs partem para uma nova rodada de paradas. Os protótipos também chegam a seu limite e, juntando os erros individuais de Dani e Werner, mais a capotada de Dani Gomes na entrada dos boxes e todas as paradas, o grid deu uma boa espaçada e uma nova cara pra corrida.
Ricardo Prediger seguia na liderança, seguido de Felipe Lima e Emerson Czerkawsky. Nos GTs a liderança seguia com John Martins, seguido de Alisson Borges e Cadu Maciel.
Um lance curioso aconteceu com Werner Marote. Após rodada no primeiro setor o simulador não computou sua passagem e ele deu duas voltas considerando que era apenas uma. A administração agiu devido ao erro do simulador e aplicou uma volta ao somatório do piloto, que com isso se recuperou da quinta para a terceira posição e na volta do líder.
Bruno também cai do servidor e deixa a disputa da vice-liderança em aberto. Entretanto sua sétima posição já era suficiente para empatar com Prediger em caso de vitória do piloto da Schnell e pelos critérios de desempate dar o vice para o piloto da BMRS.
Restando 15 minutos para o final da prova João Hebert tem seu motor estourado e dá adeus a prova e a disputa do título até o momento.


Após o fim da bandeira amarela a relargada foi dada restando apenas uma volta para o final. Felipe Lima saia na frente, com Prediger logo na cola e Czerkawsky em terceiro. Nos GTs Alisson liderava, seguido de John e Cadu.
As posições não se alteram e mesmo após fortes tentativas tanto de Prediger quanto de John, Felipe Lima vence pela DP e Alisson Borges pela GT, porém o piloto da MTech Academy foi punido por um corte na saida de box em seu primeiro pit stop e com isso John Martins herdou a vitória. Com a segunda posição acabou ficando Emerson Czerkawsky após uma punição por corte de boxes por parte de Prediger que acabou em terceiro. Nos GTs a segunda posição acabou ficando com o punido Alisson Borges e Cadu Maciel fechando em terceiro lugar

Resultado Prototipos
.
Resultado GTD

Punições e Protestos da etapa
Corte de boxes:
Lino Palladino - 2x
Ricardo Prediger - 1x
Kleber Neto - 1x
Fernando Esquitino - 1x
Vinicius Gonçalves - 2x
Bruno Miranda - 1x
Alisson Borges - 1x
Edgar Horst Jr - 2x
Dani Gomes - 2x
Fabricio Matheussi - 1x
Tito Tomey - 2x
Cristiano Gomes - 2x
Paulo Rodrigues - 1x
Werner Marote - 1x

Carteira de pontos

Pontuação de pilotos
Prototipos:
Matheussi já campeão antes da etapa fechou a temporada com 116 pontos, contra 85 de Bruno Miranda e 76 de Ricardo Prediger.


GTD
John Martins consegue a virada, e conquista o titulo com 100 pontos em uma recuperação que lhe deu quatro vitorias, João Hebert ainda conquistou o vice campeonato com 88 pontos graças a punição de Alisson Borges que ficou com 87 pontos.


Pontuação de pilotos
Prototipos
a RM Racing estréia com o titulo de equipes, com 116 pontos, enquanto a BMRS Motorsports fecha a temporada com 103 pontos, e a MS-2 Motorsports fez 98 pontos em sua terceira colocação


GTD
A MTech Academy fecha a temporada com o titulo de equipes com 130 pontos, enquanto a CTE Racing HVM fez 124 pontos, a MTech Sports fechou o podio das equipes com 74 pontos.


Em uma das temporadas mais fortes no quesito disputa a VORC Series fecha a temporada com um saldo bem positivo, uma boa média de pilotos em cada etapa do campeonato, gerando uma grande ansiedade para a T1 de 2019 onde a categoria passará a contar com 3 classes, como foi na categoria real em 2018.

Vt da Etapa

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Gonçalves desencanta e conquista o campeonato da Indycar, Tonga Guardia vence e se apaixona por ovais.



Foi realizada na última quinta-feira, dia 01 de novembro, a derradeira e última etapa da Indy Series na Vorc. Com nada menos do que seis pilotos vivos na disputa pelo título. O palco foi o fantástico e mítico traçado tri oval de Pocono, no estado da Pennsylvania, que proporcionou inúmeras histórias por parte do narrador da noite, Rodrigo Vicente, dando uma verdadeira aula de história para os muitos que acompanhavam a transmissão.
Para aqueles que esperavam uma corrida tranquila em decorrência do grande traçado, a história não foi bem assim. Já nas largadas teste, muitos acidentes e uma grande dificuldade por parte dos pilotos em manter o bólido estável quando juntados a velocidade e a forte ação do vácuo.
A enaltecer a presença de 16 carros, algo bem incomum no AV nacional, principalmente em se tratando de etapa final.

Qualy:
A sessão de classificação mostrou que a equipe Black Wings veio com toda força pra cima de seus concorrentes diretos. Com uma dobradinha na primeira fila, Diego Said e Fabio Marques ficaram no mesmo décimo de segundo, acompanhados do, até então líder do campeonato Nathan Marchon (Sinister) e da surpresa da sessão Lino Palladino (Team CTR). Jesus Neto (BSP), vencedor da etapa anterior fechou o TOP5.
Destaque para o retorno de Emerson Czerkawsky (HVM) 11º colocado, que homenageou os 19 anos da morte de Greg Moore com uma belíssima pintura alusiva ao carro da Forsythe de 1999, e também a má classificação de Rafael Gonçalves (Black Wigs), 12º no grid, mas essa parte estaria longe de ser uma notícia triste...

Race:
Largada tranquila, e os pilotos logo já se dividiram em pelotões e passaram a compartilhar o vácuo.
Nathan Marchon (Sinister) deu o “pulo do gato” e assumiu a ponta, liderando a primeira passagem. Passagem essa que nem aconteceu para Marcos Felisberto (Felisberto AV). O piloto que corre de forma independente comprou pronta uma batida ocasionada por Luiz Gustavo (BSP), que rodou sozinho na curva 3, carregando consigo Marcelo Vieira (Parma) e o próprio Felisberto, que foi arremessado para fora do traçado, recebendo o DQ do simulador. Este infeliz acontecimento causou a primeira amarela da noite.
Relargada após 8 minutos transcorridos, Nathan Marchon (Sinister) manteve a ponta com Diego Said (BlackWings) na sua cola. Fábio Marques (BlackWings) fechava o TOP3.
Porém, a velha máxima “amarela chama amarela” entrou em ação. Uma volta após a relargada, Jesus Neto (BSP) que vinha na 4ª colocação da prova, foi a segunda vítima da curva 3 de Pocono. Neto foi o primeiro postulante ao título a abandonar, após rodar sozinho, levando junto Lino Palladino (Team CTR) que conseguiu retornar para corrida com danos reversíveis. Na sequencia, Luciano Rocha (#268) e Philippe Henrique (BMRS) que vinham em alta velocidade colidiram com o carro de Neto que permanecia no traçado.
Segunda relargada após 15 minutos de prova e apenas 2 voltas em bandeira verde, Diego Said (BlackWings) era o líder do momento, com seu companheiro de equipe Fábio Marques  na sequencia. Paulo Rodrigues (Time Xtrabe) e Tonga Guardia (BSP) fechavam os cinco primeiros. A propósito, Tonga foi a terceira vítima da noite da curva 3, mas o piloto argentino numa manobra habilidosa corrigiu a rodada com um fabuloso 360° sem danos ao carro. O mesmo não pode ser dito de Glauber Belo (Thunder), que para evitar a batida, perdeu o controle do carro e bateu para dentro da linha dos boxes, sendo o sexto abandono em 15 minutos de corrida.
Mais 5 minutos se passaram, e a terceira bandeira amarela da noite foi acionada. Paulo Rodrigues (Time Xtrabe) rodou e chocou-se contra a proteção interna da curva 3.
Metade desta corrida “garrada”, nova relargada. Diego Said (BlackWings) e Nathan Marchon (Sinister) tentavam escapar na frente até que duas curvas depois, nova amarela foi acionada. Luiz Gustavo (BSP) foi mais um a abandonar após contato com Thiago Luiz (Thunder).
Parte final de corrida, finalmente algumas voltas em bandeira verde foram possíveis. Said manteve a ponta com o argentino voador Tonga Guardia (BSP) em segundo. Emerson Czerkawsky (HVM) subiu para o TOP3 com Nathan Marchon e o estratégico Rafael Gonçalves (BlackWings) que já estava no TOP5.
Faltando 20 minutos para o final, outro forte candidato a título abandonou. Diego Said (BlackWings) com motor estourado abriu caminho para Nathan, Rafael e Tonga lutarem pelo ‘caneco’.
Após nova rodada de pits stops, Emerson Czerkawsky (HVM) era o líder na amarela, enquanto novo candidato a título estava fora. Nathan Marchon (Sinister) abandonava por desconexão.
O veloz polonês manteve a liderança na relargada, e disputava acirradamente a liderança com Rafael Gonçalves e Fábio Marques, ambos da BlackWings. Somando-se aos três, Tonga Guardia (BSP) fechava o grupo dos quatro lideres. Mais atrás, Lino Palladino (Team CTR) numa ótima corrida fechava o TOP5 à 10 minutos para o final.
Mas a corrida estava longe de terminar. Com a disputa frenética na ponta, Fábio Marques acabou rodando após toque com Emerson Czerkawsky, ocasionando a penúltima amarela da noite e uma grande movimentação nos boxes.
Na última relargada da noite, Rafael Gonçalves e Tonga Guardia disputaram cada palmo do tri oval pela vitória. Tonga pegou o vácuo do piloto da BlackWings na reta principal e o ultrapassou na penúltima volta.
Em uma coincidência triste, Fábio Marques (BlackWings) e Lino Palladino (Team CTR) tiveram seus motores explodidos na última volta, o que provocou a última e decisiva amarela da noite.
Com isto, Tonga Guardia (BSP) conseguiu sua primeira e merecida vitória na categoria. Rafael Gonçalves (BlackWings) conquistou o título da Vorc IndyCar Series com o segundo posto. Emerson Czerkawsky (HVM) fechou o pódio em 3º.
Finalizaram a corrida também, mesmo com acidente na última volta, Lino Palladino, Thiago Luiz (Thunder), Fábio Marques (BlackWings), Marcelo Vieira (Parma) e Paulo Rodrigues (Xtrabe) nesta ordem.


Carteira de Pilotos


Campeonato de Equipes

Rafael Gonçalves fecha a temporada com 81 pontos, com Nathan Marchon conquistando o vice com 70 pontos, Tonga Guardia fecha o campeonato em terceiro com 65 pontos.


Campeonato de Pilotos

A BSP Racing conquista o titulo de equipes com 103 pontos, enquanto a Black Wings FSW foi a vice com 82 pontos, a Sinister fechou o TOP-3 com 70 pontos.


Vt da Etapa

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Título para Matheussi nos protótipos e pimenta na disputa da categoria GT



No dia 26 de outubro a IMSA se reuniu em Indianapolis Road para a penúltima etapa, que poderia sagrar os dois campeões dependendo dos resultados.
Um pequeno atraso devido à instabilidades do servidor fez com que a corrida tivesse sua duração reduzida para 1h15min, perdendo 15min de duração total.

Na qualificação os dois protagonistas principais das disputas da classe DP, Fabrício Matheussi (RW) e Bruno Miranda (BMRS) foram superados pelo outro protagonista da classe, Ricardo Prediger (Schnell), que vinha fazendo uma temporada sólida, “quieta”, mas muito efetiva, ainda estando também na briga do título, embolado com Bruno. Felipe Lima (MS2) e Daniel Gomes (Chrome) fecharam os cinco primeiros.


Já pela classe dos GTs o líder do campeonato, João Hebert (MTech), não foi protagonista. A pole provisória era de Cadu Maciel (TechForce) que tinha uma punição de 10 posições para cumprir. John Martins (HVM), que fez o segundo tempo, largou na pole, seguido de Edgar Horst Junior (MTech) e João Hebert.
A largada foi muito tranquila, com todos os pilotos buscando a corrida mas de modo extremamente limpo. Ernesto Brock (HVM) e Cristiano Gomes (Calango) ensaiaram a primeira disputa forte da corrida, com Brock atacando o piloto buscando escalar o grid. Outro que escalava o grid após perder as 10 punições por punição era Cadu Maciel.


Restando 1h para o fim da etapa Bruno dá um leve toque na traseira de Brock e Matheussi se aproveita e passa pro Bruno. Devido à grande diferença de acerto dos dois pilotos, Bruno mesmo no vácuo não consegue buscar Matheussi na reta, tendo que buscar a ultrapassagem no miolo. Após grande pressão Fabrício comete um pequeno erro e Bruno o repassa. Mas já na reta Matheussi devolve e os dois continuam a disputa acirradíssima e com cada um tendo vantagem em “seu terreno”, Matheussi nas retas e Bruno nas curvas.


Outra bela disputa aconteceu entre Alisson Borges e Renzo Sanchez (Branca), com seus dois Lexus. Alisson era outro piloto dos GTs que vinha fazendo etapa de recuperação e veio na reta no vácuo de Renzo e deixou para frear “pra lá do Deus me livre” e executar uma belíssima manobra por fora.
Outra bela disputa foi entre os protagonistas da ponta dos protótipos. Bruno ainda em seu ataque incessante coloca de lado na entrada da curva 3 e divide várias curvas em sequência com Matheussi, conseguindo reassumir a posição.
Restando 38 minutos para o fim da corrida um forte acidente envolvendo os dois líderes de suas classes. Fabrício Matheussi roda e, ao tentar dar o zerinho para retornar para a prova é acertado em cheio por João Hebert, que fica bastante danificado pelo incidente.
A disputa entre Cadu e Renzo renasce e Cadu tem a mesma dificuldade de Bruno Miranda contra Matheussi, já que Renzo também tem o carro menos carregado de asa frente ao acerto de Cadu. Os dois vão dividindo curva por várias voltas, até que Cadu toca Renzo e roda aos moldes de Vettel contra Ricciardo em Austin na Formula 1.
Restando 11 minutos para o fim da etapa a primeira e única bandeira amarela da noite foi causada por Tito Tomey, que saiu da pista na curva 1 e ficou parado na saída da curva em um ponto visto pela direção como de possível risco.
A etapa terminou sob regime do carro de segurança, com Bruno Miranda sagrando-se vencedor, seguido de Felipe Lima na segunda posição e Daniel Gomes na terceira. Fabrício Matheussi mesmo caindo no final da corrida garantiu o título antecipado da categoria.


Já pelos GTs a vitória foi de John Martins, seguido de Alisson Borges e Edgar Horst Junior, deixando a disputa do título para a última etapa.


Protestos e punições:

Direção > E.Horst Jr - DQ - Não enviou o log.
J.Hebert > F.Matheussi - N3, +30s Retorno de pista perigoso.
*Piloto que abandona a prova e tem punição, perde posições no próximo grid,
F.Santos > C.Maciel - N2, +20s Ultrapassagem sob safety car
F.Santos > R.Sanchez - N2, +20s Ultrapassagem sob Safety car
Direção > D.Gomes - N2, +20s Ultrapassagem sob Safety car


Punição próxima etapa.
Paulo Estevão > +5 posições
Fabricio Matheussi > + 15 posições

Classificação de Pilotos DP
Fabricio Matheussi Conquistou o título de forma antecipada fazendo 108 pontos, com Bruno Miranda retomando o segundo lugar no campeonato com 76, enquanto Ricardo Prediger segue em terceiro com 60 pontos.


Classificação de Equipes DP
Já nas equipes nada decidido, a RM Racing tem 108 pontos, 14 a mais que a BMRS Motorsports, a MS-2 Motorsports faz 73 até o momento e tem uma briga com a Team Schnell que tem 72 na briga pelo terceiro lugar.


Classificação de Pilotos GTD
João Hebert Santos mesmo com o azar, tem 84 pontos, colocando 9 pontos de vantagem para John Martins que tem 75 tentos, Alisson Borges tem 67 pontes e tem chance de titulos ainda que remotas.


Classificação de Equipes GTD
Nas equipes a M Tech Academy segue lider com 110 pontos, enquanto a CTE Racing HVM é a vice lider com 99 pontos, já a M Tech Sports vem na terceira colocação com 61 pontos.



A Próxima etapa do campeonato será a Grande final em Miller Motorsports Park no estado de Utah, a etapa ainda vale a briga pelo titulo da GTD, e o posicionamento no campeonato de equipes, vai definir as escolhas do próximo campeonato da IMSA.


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Emoção, drama e surpresa em grande final da TCR Series Europa.


 A grande final da disputadíssima TCR Series foi em uma noite de reviravoltas e histórias de superação. O palco não poderia ser melhor: Monza recebeu a caravana para encerrar o certame em 3 baterias. Na disputa pelo caneco estavam Emerson Czerkawsky, Ernesto Brock, John Martins e Alexandre Oliveira. Este último faltou a etapa por motivos pessoais e ficou de fora pela disputa do título.

Na classificação, Ernesto Brock começou distribuindo as cartas e marcou a pole position com 1:59.137 contra 1:59.167 de Jesus Neto que ficou com a segunda posição. A segunda fila ficou com mais BSPs com Anderson Medeiros e Gilson Rodrigues.



Na primeira bateria John Martins larga bem e assume a ponta até a primeira curva, onde errou e perdeu várias posições. Brock mantém a ponta com o trio da BSP logo atrás. Czerkawsky com problemas na largada caiu para 17º....

Vamos abrir um parêntesis para a situação do Czerkawsky. Com problemas no seu computador, teve que voltar ao seu velho guerreiro Notebook para encara a última etapa, pois era o líder até então.

Duas voltas depois, Jesus passou o Brock e Felipe Granado assumiu a terceira posição com o enrosco da dupla da BSP com John Martins, que se deu mal e bateu forte. No meio do grid como sempre corrida agitada com Paulo Rodrigues, Fernando Esquitino, Jonathan Brochier, Tito Tomey, Marcelo Vieira e Cesar Bergesch. Destaque para a manobra do Marcelo que fez uma dupla ultrapassagem no fim da reta dos boxes. O Brock estava tirando muita diferença para o Czerkawsky na pontuação, mas faltando 6 minutos uma sequencia de rodadas fez o piloto mexico-polonês sair de 12º para 7º, quando Esquitino, João Hebert, Tito, Brochier, Marcelo deram aquela “colher de sopa” na segunda chicane. Logo após, Granado errou duas vezes e perde o pódio para Gilson. Brock venceu com certa tranquilidade após ultrapassar Jesus em um pequeno deslize, 
Neto abriu passagem para Gilson e fechou o pódio. Destaques para o quarto e quinto de Paulo Rodrigues e Cesar Bergesch. Czerkawsky foi o sexto e John Martins foi apenas o décimo-quinto.
Mas no final Gilson foi desclassificado pelo não envio do LOG obrigatório aos dois melhores de cada bateria.



A segunda bateria foi marcada por muitos incidentes nas primeiras curvas, porém foi mais quente em disputas, muitas delas mais acirradas. Dani Gomes assumiu a ponta e abriu certa vantagem. Brock que saiu de décimo para segundo, destaque também para Werner Marote, que depois de faltar a primeira bateria, largou em vigésimo e já se encontrava em nono. Na metade da bateria os postulantes ao título Brock era o terceiro, Czerkawsky em quinto e John Martins em sexto. Faltando perto 5 minutos para o fim, Czerkawsky cometeu um erro na Ascari e perdeu posições importantes para a manutenção da liderança do campeonato. Faltando 1:30 para o fim Brock perdeu a terceira posição para Gilson Rodrigues. A corrida estava se desenhando muito bem para a primeira vitória de Dani Gomes, 


porém na última volta, Jesus Neto concretiza uma linda ultrapassagem por fora na primeira Dilesmo e vence a bateria. Dani ficou com a segunda posição e Gilson foi o terceiro. Destaque para a quinta posição de Brochier que brigou bastante com Czerkawsky, John e Hebert, mas este último teve que pagar um drive-Thru na última volta e perdeu várias posições.
No final Dani Gomes foi o vencedor, após a desclassificação por LOG de Jesus Neto.


Já a derradeira foi igualmente emocionante já no anoitecer italiano. Com a inversão Marco Parma e Cesar Bergesch dividiram a primeira fila. Parma largou bem, mas foi acertado pelo Brock na curva 1 e a outra Parma do Marcelo Vieira também se envolveu em confusão com John Martins. Com isso, Brock pulou pra ponta, trazendo Bergesch, Medeiros e Hebert. Mesmo com toda a confusão na primeira volta, o postulante Czerkawsky não aproveitou quase nada, pois seus problemas de máquina o fizeram largar dos boxes. Na volta seguinte Brock cometeu um erro e perdeu a ponta para Medeiros.


 Enquanto Medeiros começava a se distanciar, Bergesch cometeu um erro e atrasou um pouco mais o Brock e fez com que Medeiros ficasse mais tranquilo ainda na ponta da prova. Enquanto isso, Emerson Czerkawsky se aproveitando dos abandonos do Marco de Andrade e Jorge Dillerva e a batida de John Martins estava em décimo quinto na metade da bateria. O final da bateria foi marcado pelo embate forte pela décima posição com Paulo Rodrigues, Jesus Neto e Cesar Bergesch. Destaque para Granado que realizou ultrapassagens importantes fechando na terceira posição e quase ultrapassou Brock que fechou na segunda posição, já que Medeiros sumiu na frente e venceu a bateria. Mas como nem tudo são flores, Medeiros ao não enviar o LOG obrigatório como prevê o regulamento, foi desclassificado e com Brock herdou a vitória, com Granado em segundo e Werner em terceiro.


 Depois dessa epopeia, Brock é o campeão com 201 pontos, Czerkawsky o segundo com 193 pontos e John Martins foi o terceiro com 164 pontos marcados.



Pelas equipes, a CTE Racing HVM é a grande campeã com 260 pontos, seguida por HVM Racing Team e BSP Racing 2 com 238 e 177 pontos.


E pelos fabricantes, a Alfa Romeo leva o caneco com 310 pontos, seguido por VolksWagen com 263 e Opel com 220 pontos.


 A próxima temporada será em terras sul-americanas, porém só no início de 2019. Enquanto vamos ficando com aquela saudade, a VORC tem campeonatos e eventos especiais que prometem muita emoção nesse fim de 2018. Você - é claro, não pode perder essa! Acompanhe nosso site e a página do Facebook para ficar por dentro dos detalhes!

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